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Caco Ciocler

07 set 2014

written by Memória Cinematográfica

Caco Ciocler

Depois de passar pelo Festival de Gramado, o documentário “Esse Viver Ninguém me Tira”, filme dirigido por Caco Ciocler, participará no Festival do Rio, que acontece de 24 de setembro a 8 de outubro.

Ciocler, que faz parte do elenco de “De Menor”, longa-metragem de Caru Alves de Souza, recebeu a notícia da participação do seu filme diretamente da reportagem enquanto tomava um café, no Espaço Itaú de Cinema, na rua Augusta, em São Paulo.

“Muito feliz, porque eu fui convidado para dirigir este documentário, não é um projeto pessoal. Em Gramado, foi a primeira vez que ele foi exibido para as pessoas e a primeira vez que eu vi o filme projetado em uma tela grande. Ter a chance de poder mostrar ele de novo, ainda mais em um festival importante como o do Rio, é só alegria.”

Em sua estreia como diretor, Ciocler conta que um amigo sempre lhe dizia: “Caco, lembra por que você quis fazer este filme. Você queria passar por uma experiência, aprender e é por isso que você está neste filme”. “Foi uma grande escola. Acho que aprendi mais [fazendo o filme] do que em qualquer curso de cinema, e ele me lembrava disso. Não era um projeto pessoal, mas acabou virando”, diz.

Atualmente ele interpreta Paulo, na novela das seis “Boogie Oogie”, e está em cartaz com a peça “Sit Down Drama”, no Teatro Gazeta, em São Paulo.


O documentário “Esse Viver Ninguém me Tira” busca reconstruir o período vivido por dona Aracy Moebius de Carvalho Guimarães Rosa, em Hamburgo, quando se apaixona por João Guimarães Rosa. Trabalhando como chefe do setor de passaportes do consulado brasileiro, Aracy decide ajudar judeus a emigrarem para o Brasil, contrariando o regime nazista e as circulares secretas emitidas pelo governo Getúlio Vargas.


Sobre “De Menor”, ele diz que recebeu o convite por telefone da cineasta Tata Amaral. “Tata é uma das cineastas com quem eu gostaria muito de trabalhar. Confesso que aceitei o convite por isso. Durante o workshop, ela decidiu que não ia mais dirigir o filme junto com a Caru”, conta. “Achei um ato de generosidade profundo e parei de focar na Tata e comecei a focar na Caru e no filme. Eu estava muito inebriado por esse convite da Tata.”

Leia o texto completo na revista sãopaulo.

 

 


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